São suas lágrimas desmoronando,
outro amor falho, outra noite de aventuras.
Você não deveria brincar de amar...
Eu havia lhe entregado
o mais puro sentimento.
Sempre te dei asas,
acreditando em cumplicidade,
mas você zombou do meu romantismo.
Há quem acredite
que o amor é tudo,
mas você...
Suas relações modernas ruíram:
trocou o amor verdadeiro por desejo descartável.
Há quem valorize o respeito,
mas você não merece morar em meu coração.
Eu sempre te dei asas,
acreditando em cumplicidade...
Mas o tempo sempre cobra as escolhas vazias.
— Leandro Ocsemberg

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