Esta noite...
Eu não verei o seu rosto novamente,
nem sentirei o toque suave de suas mãos sobre o meu corpo.
Ainda assisto à sua despedida...
Esta noite,
a cortina do silêncio se abre
sobre o palco da solidão,
e minhas lágrimas banham o meu rosto,
revelando o deserto que você
deixou em meu coração.
Ele era o seu lar...
Em seu último pulsar,
ainda chamou pelo seu nome.
E quando observo o seu retrato
que ficou em minhas imaginações...
esse amor... é um amor raro, amigo.
Eu sou um amante do seu sorriso,
um louco apaixonado pelo seu olhar.
A cortina do silêncio se abre...
e uma distância se revela.
Nós deveríamos conversar sobre isso...
Nós ainda poderíamos consertar essa dor.
— Leandro Ocsemberg

