As pedras estão rolando
De volta para o abismo,
As lágrimas do divino
Transbordam tudo ao redor,
O respirar no silencioso da oração,
Acuado ao chicote da religião,
Qual sangue santo em adoração?,
Há um Deus morto no coração,
E ele construí um reino pagão,
Corações sedentos de justiça,
Dobrando seus joelhos em adoração,
Assombrados pelos tribunais dos homens e suas injustiças,
Crianças despedaçadas
Confrontam os anjos,
Há um Deus morto no coração,
E ele construiu um reino pagão,
Dentro de um judiciário assassino,
O amor que faz crescer..
Cultiva esperança que há no amanhecer,
Eu não sou o único tolo escravo do judiciário,
Segredos de justiça..
O fogo grelhando a carne,
A lua, os caminhos advocatícios..
Foi o mais puro dos amores,
Este poema irá erguer a verdade,
No entanto, as estrelas lacrimejaram meus sentimentos,
Isto irá me assombrar pela eternidade,
Minhas lágrimas foram guardadas,
Eu me perdi quando Deus tocou em mim,
Mas eu me vingaria pelo desprezo ao seu amor, senhor..,
Sua justiça divina combina,
Ela é perfeita ao espaço pobre e humano,
Essas cores noturnas..
São os seus olhos,
Pai abençoado..
Eu me recolho, seu filho único sangrou,
Há outro motivo para você ter me enviado para aqui?
Leandro ocsemberg
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