Enquanto ouço o teu silêncio,
Arduamente.. minhas lágrimas borram as memórias,
E isto guerreia com minha alma,
Em meu moribundo corpo
Trêmula o cavalgar do sangue,
Gélido como o vento na noite,
Pois eu nunca mais viverei nestes prados celestiais,
Em seus olhares perdidos,
Você se esqueceu do seu amor,
E sua criação se decompõe através das estrelas,
Em suas luxúrias
Agonizam aos prantos de lamentações,
Seus falsos profetas
Estão sem desculpas,
E extraem toda a beleza de sua divindade,
Que milagre virá de qual adorador?,
Você me levou de mim mesmo
Com a sua magnífica unção,
Deixando fascinados
Anjos perdidos, buscando pelas promessas de perdão,
Morreremos diante de teus olhos,
Afogados no lago fantasmagórico do pecado,
Nós nos perderemos
Enquanto a sinfonia da vida desaparece.
Leandro ocsemberg
