sábado, 6 de setembro de 2025

SINFONIA DA VIDA


 




Enquanto ouço o teu silêncio,

Arduamente.. minhas lágrimas borram as memórias,

E isto guerreia com minha alma,


Em meu moribundo corpo 

Trêmula o cavalgar do sangue,

Gélido como o vento na noite,


Pois eu nunca mais viverei nestes prados celestiais,


Em seus olhares perdidos,

Você se esqueceu do seu amor,

E sua criação se decompõe através das estrelas,


Em suas luxúrias

Agonizam aos prantos de lamentações,


Seus falsos profetas 

Estão sem desculpas,

E extraem toda a beleza de sua divindade,


Que milagre virá de qual adorador?,


Você me levou de mim mesmo

Com a sua magnífica unção,

Deixando fascinados 

Anjos perdidos, buscando pelas promessas de perdão,


Morreremos diante de teus olhos,

Afogados no lago fantasmagórico do pecado,


Nós nos perderemos 

Enquanto a sinfonia da vida desaparece.



Leandro ocsemberg